Warbringer – Woe To The Vanquished CD

R$35,00

Quinto álbum da banda Americana de Thrash Metal, lançado em 2017. Inclui a obra prima de 11 minutos “When the Guns Fell Silent”. Segundo o vocalista Kevill, “A arte da capa baseia-se numa fotografia do final da Primeira Guerra Mundial, uma pirâmide de 12 mil capacetes alemães no meio da cidade de Nova York. A imagem é mórbida, parece comemorar a morte de 12 mil homens e chamar isso de vitória”

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Descrição

CD Simples (Caixa Acrílica)
Ano: 2017
País: EUA
Ano de Formação: 2004
Procedência: Nacional
Gravadora: Shinigami Records
Estilo: Thrash Metal

TRACK LIST:
1. Silhouettes
2. Woe To The Vanquished
3. Remain Violent
4. Shellfire
5. Descending Blade
6. Spectral Asylum
7. Divinity Of Flesh
8. When The Guns Fell Silent

Formação:
John Kevill – Vocal
Adam Carroll – Guitarra
Chase Becker – Guitarra
Jessie Sanchez – Baixo
Carlos Cruz – Bateria

#Curiosidade: Kevill explica o título “Woe To The Vanquished”: “Vem da antiga história romana, antes do surgimento do Império. Em 390 a.C, um exército de Gaules, liderado por um guerreiro chamado Breno atacou Roma e capturou toda a cidade exceto o Monte Capitólio. Desde ali, os romanos derrotados fizeram um acordo: eles pagariam mil libras de ouro para que o exército gaulês deixasse a cidade e acabasse a matança. Os romanos levaram o ouro para Breno, que utilizou a sua própria balança para pesa-lo. Nessa balança, as mil libras de ouro dos romanos pesavam muito menos, o que ocasionou que estes se queixassem falando que a balança certamente tinha sido adulterada (e provavelmente tinha sido). Como resposta, Breno jogou sua espada no contrapeso pronunciando as palavras ‘Vae Victis’ [em inglês, Woe To The Vanquished e em português, Ai dos vencidos].  Como os romanos tinham perdido, e aumentando assim o estrago, deveriam pagar agora não só mil libras senão também o peso da espada em ouro. A ironia aqui é que este tipo de humilhação nunca mais aconteceria com Roma que se tornou uma máquina de guerra, conquistando e subjugando a maior parte do Velho Mundo”. El acrescenta: “O legal do Heavy Metal é que você pode abordar assuntos mais pesados que ‘Eu conheci um/a garoto/a e fui feliz/triste’. Eu procurei pela maldade mais perversa que pudesse encontrar para compor esta música destrutiva e intensa… E não precisei ir muito longe da realidade. Esqueça Satanás, ele é uma história infantil. O mal real está nos corações dos homens”.

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